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terça-feira, 7 de junho de 2011

Greve dos professores de Fortaleza já dura mais de um mês



Educadores estão há 36 dias de braços cruzados.



Vereadores tentam novo acordo com o sindicato.

A greve dos professores das escolas municipais de Fortaleza completa 36 dias nesta quinta-feira (2), sem previsão de retorno. A Prefeitura e os professores ainda não entraram em acordo e a Câmara Municipal tenta intermediar para não prejudicar os alunos. Nesta semana, os vereadores estão elaborando nova proposta para voltar a negociar com o sindicato.

Os vereadores de Fortaleza aprovaram sob protesto, na tarde desta terça-feira (7), o novo salário base dos professores da rede municipal de ensino. Em greve há mais de um mês, durante toda manhã a categoria tentou adiar a votação da matéria impedindo a entrada dos vereadores na Câmara Municipal. Passado o tumulto, os parlamentares se reuniram à tarde e aprovaram um valor abaixo do que querem os professores.

O vereador João Alfredo (PSOL) se disse “envergonhado com a manobra” e que a votação foi uma “farsa”. Para ele, o modo como transcorreu a votação fere o regimento interno da Casa. Segundo o vereador de oposição, a sessão extraordinária teria que acontecer pela manhã e com o conhecimento de todos os parlamentares, o que, segundo João Alfredo, não aconteceu. De acordo com o presidente da Câmara, vereador Acrísio Sena (PT), o novo regimento em vigor a partir da atual legislatura permite a “liberdade da Câmara de fazer votação com o mínimo de quórum, independente do horário”.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Homossexualismo X Heterossexualismo

Senadora Marinor Brito e deputado Jair Bolsonaro discutem em reunião na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

Brasília - O debate  (12Mai 2011) em torno do projeto de lei da Câmara dos Deputados que criminaliza a homofobia no país terminou numa discussão entre a senadora Marinor Brito (P-SOL-PA) e o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), na Comissão de Direitos Humanos do Senado. Após a retirada do projeto da pauta de votação, enquanto a relatora da proposta, Marta Suplicy (PT-SP), concedia entrevista à imprensa, Bolsonaro exibiu um panfleto contra a ampliação dos direitos dos homossexuais, o que irritou Marinor Brito, que chegou a bater na mão do deputado.
Marinor tentou impedir que Bolsonaro exibisse o panfleto e o chamou de homofóbico. “O senhor é um homofóbico. Pratica homofobia com dinheiro público. Deveria ser cassado”, disse a senadora paraense. Já o deputado alegou que estava, apenas, calado exibindo um folder chamando a atenção para o que ele classificou como um “plano nacional da vergonha”.



“O governo está distribuindo nas escolas de primeiro grau uma cartilha estimulando nossas crianças a serem gays”, afirmou.

Pela proposta, será punido quem impedir manifestações de afetividade entre pessoas homossexuais em locais públicos, quem recusar ou sobretaxar a compra ou a locação de imóveis em razão de preconceito, ou quem, pelo mesmo motivo, prejudicar recrutamento, promoção profissional ou seleção educacional.





Material para reflexão.



Antes que a experiência homossexual se torne obrigatória.

Assistam esse vídeo e reflitam