Seja muito bem vindo(a)!!!

Um cantinho que é meu, seu, enfim um cantinho que é nosso.
São tantos os que em silêncio esperam por um punhado de compaixão, por uma mâo cheia de justiça.. E um coraçâo cheio de amor.

Não perca estas promoções

Mostrando postagens com marcador Pioneiras no Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pioneiras no Brasil. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de maio de 2011

Amanda Gurgel - Professora foi convidada ao programa do Faustão


Ela encantou o Brasil falando 
sobre a educação do País.
O vídeo foi tão visto que foi
convidada a vários programas
dentre ele o Domingão Faustão.


O video foi um dos mais vistos na última semana passada.
De forma simples e direta a professora
falou sobre o caos na educação do Brasil

Quanto mais ignorante é um povo tanto mais fácil é a um governo absoluto exercer sobre ele o se ilimitado poder. É partindo deste principio, tão contrário à marcha progressiva da civilização, que a maior parte dos homens se opõe a que se facilite à mulher os meios de cultivar o seu espírito. Porém, é este um erro que foi e será sempre funesto à prosperidade das nações, como à ventura doméstica do homem.

Para quem não assistiu na integra
o depoimento de Amanda Gurgel

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Amanda Gurgel - Professora bota a boca no trombone


A professora Amanda Gurgel, do estado do Rio Grande do Norte, chegou a ser um dos assuntos mais comentados do mundo no Twitter após fazer duras críticas à secretária de Educação do Estado e outros deputados presentes em uma audiência pública para debater a educação.





O discurso foi feito no último dia 10 de maio, na Assembleia Legislativa. A professora iniciou sua fala revelando o valor de seu salário, de 930 reais, e perguntando aos deputados e secretários presentes se eles conseguiriam viver com o que ela ganha. Amanda ainda falou sobre as dificuldades cotidianas dos professores e o tratamento desmerecedor dado pelos governos ao longo dos últimos anos à educação. O vídeo desse discurso foi difundido intensamente na Web e está entre os assuntos mais falados nas redes sociais.


Os cantores Gilberto Gil e Zélia Duncan citaram o vídeo em suas contas no microblog, assim como o apresentador do CQC Marcelo Tas, que chegou a publicar o vídeo em seu blog. O assunto continua entre os mais comentados no Twitter do Brasil.



 
A professora continua seu discurso dizendo que “os deputados deveriam estar todos constrangidos com a educação no estado do Rio Grande do Norte e no Brasil. Não aguentamos mais a fala de vocês pedindo para ter calma. Entra governo, sai governo, e nada muda. Precisamos que algo seja feito pelo estado e pelo Brasil. O que nós queremos agora é objetividade”.
 



Parabéns a professora do Rio Grande do Norte

sábado, 7 de maio de 2011

1ª Mulher Brasileira pilota avião de Guerra



Tenente aviadora Carla Alexandre Borges entrou nesta
 semana no rol das conquistas femininas no Brasil,
 ao decolar com um caça de 1ª linha (a jato) da Força Aérea.
 Foi da Base Aérea de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.
É o qe podemos chamar de nossa Brasileira a jato.



A ilustre Tenente voou a 6.700 metro
 e não a 67.000 metros como disse a jornalista





 



terça-feira, 26 de abril de 2011

Primeira mulher indígena formada em aspirante a Oficial do Exército

Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

Exemplo de superação





Nascida no Amapá,
Silvia foi para o Rio aos 14 anos e morou na rua.

O Exército Brasileiro formou  a primeira aspirante a oficial indígena do estado do Rio de Janeiro, segundo informações do Instituto Indígena para Propriedade Intelectual. Silvia Nobre Lopes, 35, nasceu no Amapá, mais precisamente na tribo Waiãpi. A cerimônia ocorreu no pátio do Centro de Preparação de Oficiais para Reserva (CPOR), em Bonsucesso.

Ao receber a espada, símbolo de honra do oficial militar, Silvia se emocionou, lembrando que o seu grande sonho sempre foi hastear a bandeira nacional. “No colégio onde estudei, no Amapá, apenas os brancos tinham tal direito. Negros e índios não eram autorizados”, lembrou.

Silvia chegou ao Rio sozinha, quando ainda tinha 14 anos. Foi moradora de rua e contou com o auxílio de artistas para conseguir sua primeira graduação, em Artes. Na sequência, formou-se em Fisioterapia, profissão que a fez ingressar na carreira militar este ano, após competir com outros 5 mil candidatos. “Essa é a minha segunda tentativa”, revela. Casada com o também oficial, coronel José Roberto Alencar, Silvia será lotada no Hospital Central do Exército, em Triagem. A cerimônia foi acompanhada pelos três filhos dela.
(Fonte O Dia On line)

Depois de passar fome,
Waiãpi é a primeira mulher indígena a virar militar no Brasil.

Do interior da floresta amazônica, aos 14 anos, ela resolveu ir para a cidade, mendigou e passou fome, aprendeu a ler e foi condecorada com diversas medalhas de literatura. Estudou artes, foi atleta, virou fisioterapeuta e cursa hoje a terceira graduação em saúde. Essa é a trajetória de Silvia Nobre Waiãpi que, aos 35 anos, tornou-se a primeira militar indígena a integrar as Forças Armadas no Brasil, no último dia 3 de fevereiro.




A índia disputou uma vaga com 5.000 candidatos e foi aprovada com uma das melhores pontuações no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro, onde concluiu o treinamento e hoje serve no Hospital Central do Exército como aspirante. Depois de seis meses, será promovida a 2º tenente.

“Eu queria estudar, mas enquanto mulher indígena era muito difícil”, contou ao UOL Notícias. Natural do Estado do Amapá, Silvia nasceu na aldeia da etnia Waiãpi no Parque Indígena do Tumucumaque, extremo norte do país, na fronteira com a Guiana Francesa. Os cerca de 700 Waiãpi que existem hoje ocupam, há mais de dois séculos, os confins da Amazônia brasileira, entre os rios Jari, Oiapoque e Araguari. Da aldeia ao centro urbano mais próximo são, pelo menos, dois dias de viagem de estrada de terra batida e barco.







Silvia conta que, aos 4 anos, sofreu um grave acidente e ficou hospitalizada por meses na capital Macapá. “Aproveitei para estudar”, afirma.






A índia se tornou mãe aos 13 anos, decidiu abandonar a aldeia e se mudar para o Rio de Janeiro. “Vim sozinha. Não conhecia ninguém, dormi nas ruas por alguns meses. Eu tinha uma pedra, que acreditava que era sagrada, e a vendi para comer. Com aquele dinheiro eu consegui comer uns dois dias. Depois comecei a vender livros de porta em porta”, lembra.






Ainda adolescente, Silvia começou a declamar poesias e diz que foi incentivada a escrever pela Associação Profissional de Poetas do Estado do Rio (APPERJ). Ela resolveu estudar artes e ganhou prêmios por seus poemas: a medalha Cultural Castro Alves, a medalha Monteiro Lobato e também um prêmio de jovem escritora da Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul.






“Eu a conheci novinha, lembro perfeitamente daquele período. Era muito esperta, ativa e simpática. Eu tinha um carinho enorme por ela”, conta Messody Benoliel, uma das sócias fundadoras da (APPERJ). Hoje, aos 77 anos, Messody lembra que, no início dos anos 90, Silvia frequentava os encontros literários todas as terças-feiras, em Copacabana. “Eu a considero uma profissional. Ela entrava no palco e declamava muito bem as poesias.” Os poemas, lembra, falavam sobre temas da floresta. A última vez que as duas se encontraram foi num evento em 2010. “Para mim é uma surpresa saber que a Silvia é a primeira índia no Exército”, disse.

Aprovada na Marinha e Exército  .
                                Fonte  Montedo.com


Parabéns Silvia!
Parabéns ao estado do Amapá
Parabéns ao Brasil!

Selvaaaaaa!





O contato de Silvia com o mundo militar se deu quando trabalhava como fisioterapeuta e acompanhava um grupo de fuzileiros navais. Resolveu concorrer à carreira de militar e prestou concurso em 2009, quando foi reprovada. Tentou pela segunda vez, no ano seguinte, a Marinha e o Exército.



“Fui aprovada nos dois e escolhi o Exército. A seleção foi dura, fui convocada para fazer prova oral, teve análise de títulos e currículo, depois fiz um teste físico”, afirma.




Na formação de 45 dias para ser oficial do Exército, Silvia era uma das 37 mulheres no treinamento. Hoje, ela divide o seu tempo no Exército, em cursos de especialização em saúde pública na UFF (Universidade Federal Fluminense), gênero e sexualidade na UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e está começando agora a cursar a sua terceira graduação, em gestão hospitalar numa universidade particular.
 (Fonte Uol Noticias)







 
Silvia tem a pele verde Oliva



A força da mulher misturada ao orgulho de ser Brasileira!